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A cocaína faz parte dos estimulantes, tipos de droga que atuam no Sistema Nervoso, acelerando a atividade mental e produzindo estados de excitação. Em conseqüência, os estimulantes modificam as reações de movimento, audição e sensibilidade, entre outros. A cafeína, cocaína e anfetaminas são os estimulantes mais usados. A cocaína e anfetamina são empregadas na Medicina: uma como anestésico local e a outra no tratamento da narcolepsia (sono incontrolável), em crianças como dano cerebral mínimo e para a redução temporária do apetite. A cafeína como é um estimulante natural, encontrado no chá e no café, não precisa de prescrição médica. Três drogas compõem as anfetaminas: a anfetamina, a dextroanfetamina e metanfetamina. Elas estimulam o Sistema Nervoso, provocando uma sensação de vivacidade, agilidade na fala e aumento na atividade física e motora.

Sintomas:

A inquietação é o sintoma mais visível de quem usa estimulantes. Mas a ansiedade, mudanças de ânimo, pânico, alucinações, pensamentos paranóicos, disfunção cardíaca e circulatória, convulsões e estado de coma caracterizam, também, os viciados.

Uso e Dependência:

Sendo altamente excitantes, essa substâncias devem ter uma orientação médica, como por exemplo, no controle do apetite. Deste modo, muitas pessoas tomam anfetaminas para se sentirem alertas e com energia, tendo a falsa sensação de euforia e bem-estar. E quem combate a fadiga ou quer se sentir bem, usando-se da droga, pode desenvolver uma dependência. Esta dependência se caracteriza por uma necessidade de se drogar sempre para evitar a depressão. Como a anfetamina provoca insônia, o indivíduo recorre às pílulas para dormir ou ao álcool. Aí, cria-se o ciclo vicioso, pois querendo acabar com a sonolência, o mesmo indivíduo se utiliza de anfetamina, prejudicando intensamente o organismo. Mesmo em pequenas doses, essas drogas são perigosas para algumas pessoas.

Perigos:

O consumo excessivo de anfetaminas causa danos cerebrais, como: alterações na fala e dificuldade de expressão. Se a droga for injetada, o perigo é maior, pois uma dose excessiva de anfetamina injetada pode levar à morte. E o aumento da dose e da freqüência pelo indivíduo, faz com que o acúmulo da droga no organismo aumente, o que provoca a psicose anfetamínica. Este estado se caracteriza, geralmente, por pessoas desconfiadas, esquisitas, obstinadas e, muitas vezes, violentas. Assim como as anfetaminas, a cocaína apresenta o mesmo quadro.


O Corpo Humano .com.br - Manuel S. - Melhor visualizado em resolução 800x600