Abaixo, algumas informações úteis sobre a Filaríase (ou Elefantíase):

Causador: Wuchereria bancrofti (veja fotos na seção no final da página)
Hospedeiro intermediário: pernilongo do gênero Culex (podem existir outros)


(larva do Culex spp. - notar sifão respiratório apontado por seta)

Hospedeiro definitivo: homem
Local do parasitismo: vasos do sistema linfático
Ciclo da filaríase: os vermes adultos vivem no interior dos vasos linfáticos do homem. Depois de se acasalarem, as fêmeas vão liberar larvas chamadas de microfilárias. Essas microfilárias vão migrar para regiões periféricas do corpo (braços, pernas, escroto e seios). Em determinadas horas do dia, as microfilária migram para a pele. Esse hábito coincide com a hora em que os mosquitos vão picar mais e, ao sugar nosso sangue, vão absorver algumas microfilárias. Essas microfilárias vão ser injetadas na próxima vítima. Daí, o ciclo começa todo denovo!

Um dos problemas sérios da elefantíase é o acúmulo de vermes nos vasos linfáticos. Esses vasos são como vasos sanguíneos só que tem uma função um pouco diferente. Os vermes podem entupir os vasos impedindo que a linfa passe, por isso, as regiões mais afetadas costumam ficar exageradamente gordas (veja fotos no final da página).

Veja abaixo algumas fotos do parasita e depois algumas fotos de pessoas infectadas:


(microfilária do Wuchereria bancrofti - notar o detalhe da bainha)


(fotos de pessoas infectadas pelo parasita Wuchereria bancrofti)

Prevenção

- Evitar ser picado por pernilongos comuns em áreas edêmicas (que tem a doença).
- Efetuar o controle dos insetos através da eliminação dos criadouros naturais dos pernilongos. As larvas desses insetos são aquáticas, por isso, valem as mesmas precauções que para a tão famosa DENGUE.


O Corpo Humano .com.br - Manuel S. - Melhor visualizado em resolução 800x600