Abaixo,
algumas informações úteis sobre a Leishmaniose Cutâneo-Mucosa:
Causador:
Leishmania braziliensis (veja fotos na seção no
final da página)
Hospedeiro intermediário: inseto do gênero
Lutzomyia (veja fotos abaixo) conhecido como birigüi ou
mosquito palha. Faz parte do grupo de insetos conhecidos vulgarmente por
flebótomos.

(Lutzomyia longipalpis)

(Lutzomyia longipalpis)

(detalhe da asa "lancelolada" do Lutzomyia sp.)
Hospedeiro definitivo: homem
Local do parasitismo: por ser leishmaniose cutânea
a parasitose é restrita à pele, ou seja, não atinge
nenhum órgão interno. No local da picada se multiplicam
as leishmânias e surge uma ferida arredondada com forma de moeda.
Se tratada adequadamente pode haver cura total porém fica uma lembrança:
uma cicatriz para você se prevenir na próxima.
Ciclo da Leishmaniose Cutâneo-Mucosa: os parasitas
se multiplicam no corpo dos insetos e são inoculados (injetados)
durante a picada. Os ferimentos causados pela picada vão formar
uma úlcera que vai servir de berço" para os parasitas
se multiplicarem.
No Brasil, a Leishmaniose
ocorre comumente no Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Há mais
de 12 milhões de infectados em todo o mundo.

(formas amastigostas do Leishmania spp.)
(forma promastigota do Leishmania sp. - note o flagelo)

(forma promastigota do Leishmania donovani - responsável
pela leishmaniose visceral - note o flagelo)
Depois de infectadas
pessoas podem apresentar feridas como as das fotos abaixo:


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